Sem Nexo

Linhas escritas, palavras sem sentido

Em busca de um sentimento

Em busca de um amor

 

Lágrimas no papel;

A ausência se faz presente,

deixando a tristeza palpável,

ferindo o coração;

 

A alma antes inocente

agora corrompida, enganada.

Que amor foi esse!

Agora já não faz falta.

 

As palavras sem sentido,

tem o mesmo significado.

O mesmo beijo, o mesmo sorpo;

snetimentos sem nexo se misturam,

amor e ódio se completam.

 

Ah! Deliciosa sensação,

que fere e que queima,

que enlouquece o ser.

Rastro de fogo, que deixa saudade.

 

Palavras perdidas, despersas,

motivos que borram as letras,

que mudam o sentido,

mas não mudam o sentimento.

quinta 20 outubro 2011 21:28 , em Poemas...


Sombras

Em mundo cheio de sorrisos,

sombras invadem meu ser,

trazendo lágrimas aos olhos

e dor ao coração.

 

A escuridão me cerca,

sufoca a alma, ilude os olhos

e engana o coração.

Tentado a cada dia,

apagar minha luz.

 

Porém um dia a luta acaba

e dependendo do vecedor,

os sonhos se perdem

e só me restará o vazio,

e uma vida sem sentido.

 

O medo tenta prevalecer,

mas a alma não é covarde

e o coração é guerreiro,

pois a cada luta se fortalesse mais,

e não se deixa mais enganar,

não tentando mais se iludir.

 

As sombras que um dia existiram,

não passam de meras lembraças,

antes sofridas e sombrias,

mas agora enterradas em um albúm mudo,

para nunca mais serem recordadas.

 

 

 

 

quarta 01 junho 2011 10:48 , em Poemas...


O choro do palhaço

O rosto pintado e os sorrisos arrancados

Não mostram a verdadeira face do palhaço,

A lágrimas desenhadas nunca foram tão verdadeira...

... E o sorriso tão falso.

 

As brincadeiras já não lhe tem mais graça,

e a rotina começa a ficar monótona,

Sua antes alegre vida,

agora o mata lentamente.

 

Agora já não é palhaço,

pois o preto e branco lhe tomou a vida,

e tristemente o tranformou,

antes palhaço, agora mímico.

 

As suas lágrimas negras,

agora já fazem todo o sentido,

moldando o rosto então triste.

 

Mais então veio uma explosão de cores.

E dela veio a arlequina,

com suas cartas bailando,

se fez uma chuva de esperança.

 

O brilho antes esquecido,

agora volta aos olhos.

E o sorriso insistente,

agora enfeita o rosto.

 

O preto e branco foi esquecido,

e o arco-íris voltou a vida,

Agora arlequina tinha um coringa.

 

E com seu castelo de cartas,

agora montado...

Voltava a arrancar sorrisos

e trazer felicidade.

 

O mímico nunca voltou a vida,

e o curinga nunca mais chorou.

 

 

 

terça 31 maio 2011 10:22 , em Histórias...


Imaginário

A mente viaja sem limites em um mundo novo e desconhecido, ainda sem cor, sem forma... Só esperando para criar. O rei é a mente descuidada e distraida, que muitas vezes passa sem se importar perdida em pensamentos e preocupações.

Essas mentes enlouquecem perdidas em problemas reais, sem tempo, sem curiosidade, simplesmente percorrem por que o tem que fazer e se predem na escuridão do pesar sem dar importância ao que deixam passar.

Já a imaginação viaja colorindo e animando tudo a sua volta dando forma ao sem graça  e chovendo cores no arco-íris de tons cinzas, não se deixando abalar por problemas reais, dando um tempo pra simplesmente sonhar.

A rainha é a mente despreocupada e aventureira que descobre cada pedancinho desse mundo que se pode mudar, alegrando-se com pouco e dando uma incrível importância as coisas simples da vida.

Simplesmente para apreciar o momento, ou simplesmente para ter a esperança de ver um dia o seu rei sorrir.

segunda 30 maio 2011 07:58 , em Histórias...


Rosas

Belas e atrativas

chamam a atenção de quem passa

inebriam s sentidos,

criam armadilhas.

 

Inocentes e puras,

símbolo de amor eterno,

mas cheias de dor, não se importam,

com todos aqueles espinhos.

 

Contraditórias,

trazem felicidade e dor.

Banhadas com sangue,

brilham aos olhos do assassino.

 

Ninguém as teme,

porém ninguém as conhece.

Aparências enganam e

confundem a alma.

 

Simples,

trazem lágrimas bondosas.

Sempre protegidas, sempre zeladas

e nunca esquecidas.

 

 

 

sexta 27 maio 2011 08:10 , em Poemas...


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