Meu eterno anjo (final)  escrito em sexta 18 dezembro 2009 20:37

Acordo com a luz do sol batendo em meus olhos, a dor já nao me acompanha mais, agora vejo tudo com clareza... A história de Lilian, o seu final... Nao consigo acreditar que ela foi punida somente por amar demais, seu destino merecia ser outro... Ela merecia ser feliz, sua missao foi completada, ela deveria ter sido liberta. Nao entendo o porque de tudo isso, mais quero saber. E dessa vez eu quero respotas completas... Nao meias verdade que confundem a alma.

Chego naquele penasco e sigo até o lugar onde estava Lilian quando foi morta... As cenas voltam a minha mente e assombram meu ser, tenho que dar um fim nisso agora, já nao aguento mais isso. Olho para o lado e vejo uma clareira nao muito loge de onde eu estava. Adentro a floresta e começo a ver um tipo de santuário mais à frente. Quando finalmente chego lá me encanto com a estatua de um anjo feito em marmore, o anjo deveria ter uns 2 metros de alturas, suas asas estavam fechadas indicando proteçao e em suas maos havia uma flor, pelo que eu pude perceber era uma tulipa que por um acaso é minha flor preferida. Observo mais atentamente e miro o seu rosto, sua expressao era calma e serena... Quase divina. Pelo lugar onde está parece ser bem velha mais ainda sim conservada... Há várias flores em sua volta e por ser primavera estavam cheias de vida deixando o lugar mais iluminado.

Olhei a minha volta e vi que esse lugar era planejado, pois naum havia uma arvore a menos de uns 5 metros de distância. Mais para ele ser assim alguém deve estar cuidando, mais nao havia nenhuma casa por perto, o único sinal de civilizaçao está a uns 10 quilometros de distância, e nao acho que alguém de lá se daria ao trabalho de vir aqui cuidar deste lugar. Voltei minha atençao para o anjo de pedra, mirei sua face, ele estava de olhos fechados, fiquei na ponta dos pés para alcança-lo, entao senti uma paz que nao sentia à anos, parecia que tudo o que eu fiz até agora nao teve sentido, até que eu senti... voltei a minha posiçao original e nem me dei o trabalho de olhar para trás, sabia que ele estava lá.

_ Por que Lilian foi morta Vinicius? Se o amor de vocês era tao lindo?

_ Eu sou um anjo de trevas e ela um de luz... nao há lugar para nós aqui nesse mundo...

_Por isso ela foi morta? Perguntei temendo a resposta. Ouvi um suspiro.

_ Ela nao foi morta... Foi lacrada... Estava em um sono eterno, até que foi desperta há 18 anos atrás... E renasceu sem memória na forma humana. Senti uma pontada no peito, e tudo veio a tona.

_ Entendo... Esse era o lugar de descanso dela, estou certa? Ele nao fez mensao de responder._ E você cuidou desse lugar para que quando ela voltasse, encotrasse tudo como era antes...

_ Mais eis a quastao... Vocês estao livres para viver juntos novamente?

_ Nós nunca seremos livres... E você sabe disso, por que já foi punida por tal ato... Porém me diga pequena Estephanie, você sendo humana, é livre?

_ Eu nunca fui livre, mais nao pelo fato de ser humana, pois eu já sei que nao sou... E sim pelo fato de eu nao poder ficar com você eternamente, meu amor. Mais eu sou livre para amar, e sei que mesmo se eu fosse humana estaria sempre aqui por você, pois pode passar o tempo que for, você sempre vai me fazer ficar apaixonada por você.

_ Minha pequena flor, nao diga isso. Sabe que esse sentimento é proibido entre nós, e agora só podemos esperar...

_ Nao vou esperar ser lacrada novamente para perceber que eu te amo. Fui entao até ele, toquei seu rosto e o vi fechar os olhos para apreciar melhor o carinho.

_ Quanto tempo eu esperei para ouvir isso minha paquena Lilian, filha do céus... minha fonte de luz. Cesso o carinho em seu rosto e cubro seus lábios frios com os meus em um carinho sincero, selando nossos destinos para sempre.

Fim...

Lady Hikari

 

Fim

 

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Meu eterno anjo (parte 2)  (Histórias...) escrito em terça 01 dezembro 2009 20:39

Acordei com o miado de meu gato e meio sonolenta tentei me situar, o que eu estava fazendo ali? Nao estava no bosque? Onde ele estava? Várias perguntas rondavam minha mente, mais todas elas sumiram quando o vi no parapeito da janela observando o nascer do sol, me enchi de esperança ao ve-lo em minha casa, será que agora ele responderá todas as minhas dúvidas? Percebendo que eu acordei ele veio lentamente até mim e sussurrou em meu ouvido: Volte para mim, minha querida Lilian. Entao novamente me vi sozinha naquele lugar. Em vez de me esclarecer às coisas, ele me deixou mais confusa ainda, por que me chamou de Lilian se meu nome é Estephanie, tentei ligar o que ele me disse aos sonhos que eu tive, mais a única coisa que consegui foi ficar mais frustada do que já estava.

            Decidi seguir minha rotina, mais continuei a frequentar aquele lugar sem sucesso, pois ele nao apareceu mais, decidi nao mais visitar aquele lugar, e continuar minha vida como se nunca tivesse encontrado aquele anjo negro. Os sonhos haviam parado, entao decidi deixar aquele mistério seguir seu rumo e continuei minha vida. Por dois meses fiquei livre dos sonhos, até que em uma noite chuvosa eles voltaram, cada vez mais nitidos e reais, e com eles vieram as dores de cabeça que com o passar do tempo ficaram mais fortes até ficarem insuportaveis, mais o que me deixava mais frustrada era o fato de toda vez que acordava com os sonhos em minha mente eu tinha a impressao de ver ele em meu quarto velando meu sono.

            Os dias foram passando e os sonhos continuavam mais intesos a cada noite, mais a cada sonho tido eu descobria mais sobre aquela criatura misteriosa, ao passar dos dias  comecei a ter flashs da vida de uma garota chamada Lilian, o mesmo nome pelo qual eu fui chamada por Vinicius, o qual descobri ser o nome mortal de meu anjo negro. 

            A cada coisa que eu descobria, eu ficava mais maravilhada com Vinicius. Os flashs vinham como capitulos de um filme que a cada capitulo visto deixava mais vontade de ver o resto, mais sempre que tudo acabava vinha as dores de cabeça insuportaveis. Resolvi entao voltar aquele lugar para acabar com esse sofrimento e decidir que rumo seguir de agora em diante. No apice do luar o encontrei no penhasco, ele olhava diretamente para mim, parecia até que ele estava me esperando. Segui a passos firmes até onde ele se encontrava e o chamei pelo seu nome, ele pareceu surpreso com isso, seu rosto demonstrava isso mais depois ele logo voltou ao normal em sua forma calma e serena de sempre, mais entao ele falou:

_ Entao voltastes minha querida Lilian... Isso nao era uma pergunta, parecia mais uma afirmaçao. 

_ O que você quer de mim, Vinicius? Eu nao sou sua preciosa Vinicius, sou Stephanie estudante de arqueologia, e tenho 18 anos. Conheço a história de Lilian e hoje ela está morta, se nao teria uns 400 anos. Falei já meio nervosa, mais suspirei de alivio por conseguir pelo menos pronunciar o nome dele sem me paralisar. Parece que depois que eu soube seu nome, ele perdeu seu encanto sobre mim ou será que ele nao quis o usar? Isso eu nunca soube. Perdida em meus pensamentos o ouvi dizer calmamente:

_ Ainda nao despertastes, minha querida, mais nao te preocupes eu sou paciente... Já esperei por 400 anos, alguns dias a mais nao vao me incomodar... Dito isso ele veio até mim e me beijou a testa. E novamente tudo escureceu.

            Um jardim, onde estou agora? o que vim fazer aqui? Vozes... Ouço risos por perto, quem será? Adentro alguns passos e chego perto de um penhasco, espere... Aquele penhasco é o mesmo que visito. Ele está tao bonito cheio de vida e luz, nem perece o mesmo lugar que frequento à noite. Mais entao os risos param, vejo uma pessoa correr, é uma mulher, muito elegante por sinal parece ser nobre, suas vestes sao de seda, um lindo vestido vinho, tento reparar em seu rosto, mais... Nao pode ser! Ela... Sou eu, mais como isso pode ser possivel. Pareço estar na idade média pelas vestimentas e modo de falar. Espere ouço um nome: Lilian, Lady Lilian. Essa nao pode ser! Sou eu que estou respondendo por esse nome. Ouço um latido, vejo caes correndo em direçao a Lilian, cuidado! Tento gritar, mais nao sai voz nenhuma de meus lábios, fuja Lilian! Fuja!

            Espere o que ela está fazendo? Nao! Nao pule! Por favor, a lguém a impessa ela vai se matar! Tarde demais, ela pulou, corro em direçao ao penhasco. Nao! Nao pode ser! Isso nao é real... Nao pode... A vejo liberar suas asas, lindas brancas como as nuvens no céu daquela tarde. Ela esta subindo... Tenho que me esconder. Vou para trás de um carvalho, observo tudo atentamente. Ela pousa no chao, vejo duas criaturas flamejantes sairem do meio da floresta, estao sérios... O que será que vai acontecer, nao sei mais sinto meu coraçao doer, uma sensaçao incomoda. Eles chegam a Lilian, ela encolhe suas asas até nao ter vestijo de que elas existam, eles conversam.. a dor em meu peito aumenta a ponto de me fazer ajoelhar, mais mesmo assim nao tiro os olhos de Lilian. Ela parece triste, alguma coisa ruim vai acontecer, olho para o lado, a alguns metros vejo uma criatura atrás de um arbusto, ele observava atentamente a cena, eu reconheço aquele ser, é Vinicius. O que será que ele está fazendo aqui? Por que ele nao vai ajudar ela? Por que fica apenas olhando? Ele nao a ama? Porque nao faz nadaa? Volto meu olhar para Lilian.

             Espere... O que eles vao fazer? Por que Lilian fechou os olhos? Nao! Derrepende abro os olhos e me vejo sentada em minha cama, foi um sonho.  Mais por que? Por que eles mataram a Lilian? E por que ela se parece tanto comigo? A imagem daquela espada cravada em seu peito nao sai da minha cabeça, preciso ir para lá, preciso saber o que eu tenho haver com essa história, por que eu sei de tudo isso? Derrepende dor, muita dor, nao aguento! Preciso deitar, chamar ajuda a dor é muito forte! Um grito há muita dor... Outro grito e tudo começa a perder a cor... E mais uma vez sou levada para a escuridao.


 Continua...

Lady Sophie

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Meu eterno anjo...  (Histórias...) escrito em terça 17 novembro 2009 19:26

         

Ao andar por esse bosque sem vida, o encontrei... Um ser tão belo e tão sombrio... Entristeci-me quando o vi, ele carregava um semblante triste, perdido... Parecia um anjo com suas asas negras abertas sobre o penhasco a sua frente, Então percebi que ele não era um anjo de luz, e sim de trevas, com seus cabelos cor de ébano adornando a face bela.

Ele admirava a lua em seu apogeu. Senti vontade de ir até ele, mais meus temores me impediam... Como eu, um ser tão impuro poderia tocar uma criatura tão maravilhosa?

Mais então ele olhou para mim... Pensei em sair correndo, mais minhas pernas não me obedeciam... Então ele veio a mim, parecia flutuar de tão leve que era o seu caminhar, em seu rosto havia um misto de curiosidade e surpresa... Parecia que nunca tinha visto um ser como eu em sua existência... Mais a única coisa que pude fazer foi abaixar meu rosto. Então surpreendi-me com o toque suave de sua mão sobre meu rosto, me fazendo encarar seus olhos ônix, tão profundos que qualquer ser se perderia neles facilmente, e foi o que aconteceu, por mais que minha mente falasse que eu deveria me afastar dessa criatura perfeita, no meu intimo eu sabia que não conseguiria.

Ele me olhava com uma admiração incomum, como se eu fosse a coisa mais interessante do mundo, por um momento achei que ficaríamos assim eternamente, mais ele foi lentamente se afastando e em um piscar de olhos desapareceu. Então me vi sozinha novamente no meio daquele bosque sombrio.

Como um novo hábito, passei a visitar aquele penhasco perdido no meio do bosque. Porém, para minha eterna decepção não o encontrei, então passou-se o tempo, mais ainda sim eu nunca deixei de ter esperança de encontra-lo novamente. Com o passar das noites aquele lugar virou meu refugio, minha fortaleza, o lugar onde eu expunha minhas frustrações, onde gritava minhas dores. E de alguma forma sei que aquele anjo me ouvia.

Depois de meses visitando aquele lugar todas as noites, comecei a perder a fé de encontrar aquela criatura maravilhosa novamente, já estava pronta para voltar a realidade e me despedir daquele bosque, quando o encontrei mirando a lua no mesmo lugar onde estava na primeira vez que o vi, mais hoje era diferente, ele estava com um olhar esperançoso, sonhador... Andei lentamente até estar a somente alguns passos dele, já não tinha mais medo e nem receio, esses sentimentos deram lugar a uma admiração e curiosidade incomparáveis, eu queria saber tudo sobre ele, de onde ele vinha, qual era seu objetivo aqui... Mais por enquanto me contentei em somente observa-lo. E quando me foquei em seu rosto, todas as sensações de nosso primeiro encontro voltaram a tona. Eu queria falar-lhe, perguntar-lhe várias coisas, mais não podia, não deveria... ele falaria comigo quando estivesse pronto. E novamente ele veio até mim, graciosamente como se flutuasse sobre a terra negra daquele lugar. E novamente abaixei meu rosto, afim de me esconder daqueles olhos negros, mais agora, em vez  de tocar-me o rosto, ele pegou minha  mão, a apertou como se quisesse sentir sua textura. Suas mãos eram geladas e finas, como uma folha de papel que ao mínimo descuido se partiria. Sai de meus pensamentos quando ele levou minha mão ao rosto e sentiu sua fragrância, fechou os olhos como se meu perfume de jasmim fosse a melhor fragrância existente na terra. Então levantei meu rosto, o senti soltar minha mão e novamente estava sozinha. Em minha opinião fiquei lá por longas horas, em busca de uma resposta para tudo isso, estava confusa e perdida. A vontade de vê-lo todas as noites ,corroia meu ser e me encorajava a voltar sempre aqui . Eu já estava cansada disso, minha mente não queria mais viver nessa ilusão, mais meu coração dizia ao contrário, eu devia voltar lá, sempre, todas as noites a esperar aquele anjo.

Então pela primeira vez eu sonhei com ele, no mesmo bosque, no mesmo lugar, mais uma coisa havia mudado, ele me falava algo, mais eu não conseguia entender, parecia importante, pois era repetida a mesma palavra sempre, “volte”. Eu não entendi o que ele queria dizer com essa palavra, mais me dispus a descobrir. Então todas as noites eu voltava ao mesmo lugar para ver o luar e esperar, mais ele nunca apareceu. As noites foram passando e os sonhos continuavam, já pensei inúmeras vezes que ia enlouquecer com isso. Até que resolvi parar de ir lá, passei semanas em casa, não podia voltar aquele lugar... Não deveria, isso estava me fazendo mal. Mais eu era teimosa, nunca desistia de um objetivo, então na segunda noite de lua cheia fui ao bosque. Hoje ele parecia iluminado pelos céus, se via claramente os carvalhos ali postos, como se fossem fileiras formando um caminho que eu conhecia tão bem, as folhas estavam mais vivas por ser primavera, mais ainda sim não tirava o mistério do lugar.

            Hoje eu estava decidida a descobrir o mistério por trás dos sonhos, sabia que era algo que mudaria minha vida para sempre, mais mesmo assim resolvi continuar. Olhei para o céu e a única coisa que vi foram nuvens escuras se formarem rapidamente e tamparem a enorme lua que ali habitava. Um vento forte veio e balançou meus cabelos impregnando o lugar com o meu perfume. Ele fitou-me por uns segundos e depois voltou o rosto para o penhasco, comecei a andar em sua direção decidida a conseguir respostas. Em poucos minutos cheguei ao seu lado fitei seus olhos em uma pergunta nula e tudo que recebi foi um suspiro... Senti algo gelado pingar em minha testa, começou a chover. Nao importei-me com isso, conltinuei a mira-lo até que finalmente ele virou-se para mim, o esperei falar alguma coisa, se é que aquele ser fala. Quando o senti se aproximar de mim, tentei dar passos para trás mais nao consegui, seus olhos me prenderam novamente entao a única coisa que eu podia fazer era esperar e ver o que ele iria fazer. Fechei meus olhos esperando o pior, até que veio o primeiro contato, um toque suave em minha boca... Um beijo... E tudo escureceu.

Continua...

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Minha fonte de luz...  (Poemas...) escrito em segunda 09 novembro 2009 20:35

Envolta em um mundo de sombras,
só há um motivo para sorrir...
Em um poço de lágrimas,
só há um motivo para voltar a sonhar...
A certeza de que tudo isso um dia,
vai acabar... como a doce ilusão de uma vida feliz...
Como todo o sofrimento e ódio que um dia senti,
isso vai acabar...
O fim de tudo está próximo de mim...
Sinto o véu da morte me cobrir,
com seus lindos fios de seda...
Já vi muitos sucumbirem diante de mim,
e agora sei que serei a próxima...
Mais não tenho medo, a dama da morte sorri para mim...
E com uma rosa branca em mãos,
me leva para onde eu deveria ter ido a muito tempo...
Mais meu ódio e frustração não me deixaram ir...
Más não vou só... tenho ao meu lado a minha fonte de luz...
Meu querido anjo...
Pena que só me acompanhará até a porta do inferno,
pois para onde eu vou ele não me pode seguir..
Mais agora vou em paz... pois sei que nunca serei esquecida...
Pois ele é minha fonte de luz...

Lady Sophie...

"Não tenho medo da morte... mais sim saudade da vida..!"

(Vinicius de Morais)

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O silêncio de um poeta...  (Poemas...) escrito em sexta 30 outubro 2009 18:20

O que é mais lindo que o silêncio de um poeta?
Nada eu digo...
... pois um poeta não fala...
ele escreve,
Um poeta não chora...
... ele escreve suas lágrimas,
Um poeta não ri...
... ele escreve seus risos,
Um poeta não inventa pessoas...
... ele cria personagens,
Um poeta não tem rivais...
... ele tem irmãos de arte,
Um poeta não vive por viver...
... ele viver para escrever, criar, moldar e dar vida ao inimáginavel...
Um poeta é silencioso...
... pois sua obra já fala por si mesma...!

 

Lady Sophie...

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